Quanto vale a intenção?
"Co-Labor-Ação", cooperação, processos colaborativos, estruturas flexíveis, cultura autogestionária, espaços intencionais, auto-organização,"dependências táticas", redes de contatos, afetos e resistência. Estudos de casos, novas articulações, pensar e fazer juntes. Como cabem nossas necessidades e desejos em tempos atuais? Tocar o barco conforme a maré - maremotos, inundações, seca, maresia, brisa, horizonte... inventar, sobretudo, quando tudo indica finalizar.
Palestrante
Samantha Moreira

Artista, curadora, gestora cultural, dj e mãe. Fundadora do Ateliê Aberto (Campinas, SP, desde 1997), do CHÃO SLZ (São Luís, MA, desde 2015), e integrante /coordenadora do JA.CA (desde 2018). Junto ao JA.CA é coordenadora geral e artística do Programa CCBB Educativo – Arte e Educação, no Centro Cultural Banco do Brasil, do Bolsa Pampulha 2018/2019. Foi curadora e organizadora da Verbo São Paulo e São Luís em 2019, e de projetos em editais da Funarte, ProAc e em diversas instituições. Integrou as comissões de seleção do 4a Laboratório de Artes Visuais do Porto de Iracema das Artes -Fortaleza (2017), ProAc para Espaços Independentes (2016), Prêmio Foco - ArtRio (2016), 5a Edição do Prêmio Marcantônio Vilaça (2015), entre outros. Participou de exposições como 32°Panorama da Arte Brasileira no MAM (2011) , Rumos Artes Visuais Itaú Cultural (2007), Temporada de Projetos Paço das Artes (1998). De 2005 a 2011 foi responsável pela gestão de projetos voltados à Mobilidade Urbana a partir de experiências de arte, cultura, cidadania e educação, na Empresa Municipal de Campinas.
Mediação
Aretha Sadick

Multiartista carioca, manifesta-se por meio da cena como intérprete criadora de imagens na performance, música e tecnologias da palavra, apontando para a urgência na retomada de poder de pessoas trans negras na construção de novas imagens e imaginários para produzir cura.
Foto: Gabriel Sampaio